<ARVORES DE MOLUNGU:MUDAS DE MOLUNGU

mudas de arvores de molungu

 

Mulungu!

arvores molungu

Etimologia: o nome genérico Erythrina vem do grego erythros, que significa

“vermelho”, em alusão à cor das flores; o epíteto específico velutina vem do latim,

Devido ao fato da folha apresentar indumento de delicados e macios pêlos.

O nome vulgar mulungu vem do tupi, mussungú ou muzungú e do africano mulungu

Significando “pandeiro”, talvez pela batida no seu tronco oco emitir som.

Descrição Botânica.

Forma biológica e estacionalidade: é arbórea (árvore) aculeada ou espinhenta, de comportamento decíduo de mudança foliar. As árvores maiores atingem dimensões 2 Mulungu (Erythrina velutina) próximas a 15 m de altura e 80 cm de DAP (diâmetro à altura do peito, medido a 1,30 m do solo) na idade adulta. Tronco: é reto a levemente tortuoso. O tronco e os ramos são pouco aculeados. O fuste é geralmente curto, medindo até 5 m de comprimento.
Ramificação: é dicotômica, com a copa ampla, aberta e arredondada.
Casca: mede até 25 mm de espessura. A casca externa ou ritidoma é lisa a levemente áspera.
Folhas: são compostas trifoliadas, sustentadas por pecíolo de 6 cm a 14 cm de comprimento; os folíolos são orbiculares, oval-rômbeos ou triangulares, de consistência cartácea, com a face ventral apenas pulverulenta e dorsal, de cor verde mais clara revestida por densa pilosidade feltrosa, medindo de 6 cm a 12 cm de comprimento por 5 cm a 14 cm de argura.
Inflorescências: ocorrem em fascículos axilares, medindo de 12 cm a 20 cm de comprimento e com três flores. Flores: o vexilo é alaranjado ou vermelho-rutilante, com lâmina quase orbicular e cálice espatáceo. Fruto: legume um tanto curvo, de ápices e bases agudas, internamente não-septado, com um a três sementes.
Sementes: são bicolores, denominadas miméticas, de coloração vermelho-escura e vermelho-alaranjada. São também subquadrangulares ou oblongas, com um hilo curto de posição mediana. Floração: de julho a agosto, em Minas Gerais, de julho a dezembro, na Bahia, de agosto a setembro, no Estado de São Paulo, de setembro a novembro, no Estado do Rio de Janeiro, de outubro a dezembro, em Pernambuco, de novembro a dezembro, em Sergipe e de janeiro a fevereiro, no Ceará. Frutificação: frutos maduros ocorrem de setembro a novembro, no Estado de São Paulo, em outubro, no Estado do Rio de Janeiro, de dezembro a fevereiro, em Minas Gerais e de janeiro a março, em Pernambuco. Dispersão de frutos e sementes: anemocórica (pelo vento) e zoocórica, principalmente por aves.